Quando você pensa em sucesso, ou seja, na obtenção de bons resultados a partir de suas ações, está mais acostumado a mensurá-lo no curto, médio ou longo prazo? Por conta do ritmo que a sociedade impôs à maioria das pessoas, passamos a considerar que tudo deve ser feito no menor espaço de tempo possível. Vivemos em um grande imediatismo e isso pode impedir que você veja como algumas das dificuldades em curto prazo podem se tornar ótimas oportunidades com o passar do tempo.
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O mercado de trabalho brasileiro se movimentou em diversos sentidos nos últimos anos – e com uma velocidade espantosa. Entre os resultados está a sua profissionalização: hoje se requer colaboradores com mais capacidade de trabalho, melhor formação e mais aptidões/competências. Isso ocorre em todos os segmentos, desde os ultra-especializados, como o de Tecnologia, até aqueles em que antes se acreditava que conhecimento e especialização não fossem requisitos necessários, como o de Construção Civil.
Neste novo panorama, os departamentos de Recursos Humanos ganharam um papel adicional. Não são mais áreas envolvidas apenas em Recrutamento & Seleção ou atendimento à legislação. Este, e todos os envolvidos na contratação e gestão de profissionais, precisam desenvolver a capacidade de localizar, avaliar, capacitar e gerir a carreira daquilo que hoje é reconhecido como do maior bem das empresas: seu “ativo” humano.
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Os empreendedores inovam. A inovação cria um recurso, inexistente até o momento em que o homem encontre um uso para alguma coisa qualquer da natureza e assim a dote de valor econômico. Enquanto isso não acontece, cada planta é uma erva qualquer, e cada mineral é apenas uma rocha.
São as novas percepções, que modificam o que já existe, que dão um significado novo e importante ao que já era útil. É o “navio cargueiro” que se transformou em “container”, praticamente quadruplicou a produtividade do cargueiro marítimo e salvou a marinha mercante.
De fato, a inovação não é necessariamente algo técnico. Ela não precisa ser uma “coisa-material”. Poucas inovações técnicas podem competir, em tempos de impacto, com inovações sociais. Além disso, apesar de sua extensa abrangência – a inovação é mais que um termo técnico é também econômico e social – não podemos ainda elaborar uma teoria de inovação. Todavia, já sabemos o suficiente para dizer quando, onde e como se buscam sistematicamente oportunidades inovadoras, e como se avaliam…
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Você já se perguntou sobre a qualidade das perguntas que faz para seus clientes? A habilidade de questionar de maneira precisa e focada faz com que o profissional de vendas obtenha as informações necessárias para realizar uma boa negociação. O interesse genuíno pelas necessidades, desejos e motivações dos clientes possibilita a construção de uma rede de relacionamento sólida, na qual o sucesso não está apenas no ato de vender, mas, sim, no processo de satisfazer as pessoas.
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Não existem fórmulas pré-definidas, assim como não há empresas iguais, uma vez que administradores não são iguais, experiências não são iguais. Cabe a cada empresa definir a melhor estratégia de crescimento. Há diversas opções, mas trabalharemos com apenas algumas, pois o assunto é extenso.
Fusões, parcerias, participações e até mesmo divisões. A empresa pode, por exemplo, chegar onde não consegue sequer receber mais pedidos, não tem mais capacidade produtiva, não tem espaço, não tem funcionários suficientes e, embora pareça estar crescendo, o patrimônio e o capital de giro não permitem investimentos em contratações, compra de outros imóveis ou equipamentos, etc. É hora de buscar opções.
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Artigo de Ricardo Aun mostra que para sobreviver no mercado competitivo, é condição sine qua non para as empresas oferecer excelência no atendimento, o melhor serviço ou produto, sempre com qualidade e menor preço.
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Ser um consumidor consciente pode ser uma oportunidade e tanto de tornar-se um empresário bem sucedido.
Mais uma vez venho bater sobre a mesma tecla: é possível ser um consumidor consciente, porém falta ainda que algum “gênio” tenha uma idéia brilhante. E este gênio, com esta idéia, pode ter às mãos uma oportunidade e tanto de tornar-se um empresário bem sucedido. Enquanto isso não acontece, algumas atitudes simples levaram a grandes economias no consumo e principalmente nas contas a pagar.
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Projeto do Governo do Estado de São Paulo penaliza apenas estabelecimentos e fumantes, usando proibição quando deveria educar.*
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A INBRAVISA informou que a prefeitura agora proibiu a venda de alimentos em carros, em São Paulo.
Na contramão da economia e geração de empregos, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (DEM) – candidato nas eleições a prefeito em outubro próximo – sancionou lei que proíbe a comercialização de alimentos em veículos na cidade.
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Em artigo assinado por Patrícia Barreto Gavronski, a Revista INCorporativa mostra como deve ser estruturada a expansão de uma empresa através de franquias, de forma que haja segurança tanto à empresa quanto ao franqueado.
Pessoas despreparadas para elaboração de contrato, uso de “contratos padrão de franquia” e falta de estrutura de atendimento estão entre as principais causas do aumento de processos contra empresas franqueadoras despreparadas.
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